A medida dirige-se a produtores agrícolas e agropecuários, cooperativas, associações, organizações de produtores e associações de regantes, tendo como objetivos “a redução dos consumos energéticos, a diminuição das emissões de gases com efeito de estufa e o reforço da utilização de energia de fontes renováveis.
O financiamento é concedido a fundo perdido, através do reembolso dos investimentos realizados, podendo atingir até 100% do valor apoiado. As candidaturas deverão ser submetidas no portal do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, de acordo com os termos e prazos a definir em aviso a publicar no site do Fundo Ambiental.
Segundo a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, esta medida “concretiza uma aposta clara na eficiência energética como fator de competitividade e de sustentabilidade ambiental da agricultura portuguesa, contribuindo simultaneamente para o cumprimento dos objetivos nacionais em matéria de clima e energia”.
Já o ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, sublinha que “estamos a apoiar investimentos que contribuem para uma agricultura mais moderna, a competitividade do setor, a redução dos custos energéticos e a melhoria do rendimento dos agricultores”.
Com este instrumento, refere o Ministério da Agricultura, “o Governo reforça a articulação entre as políticas de ambiente, energia e agricultura, promovendo uma transição energética eficiente e sustentável no sector agrícola”.
Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: Arquivo/D.R.











