Em comunicado, o Município afirma que “vem manifestar publicamente a sua indignação perante os recentes atos de degradação registados no Coliseu de Redondo”, sublinhando ser “com profunda lamentação” que assinala “a presença de diversos grafítis nas paredes deste emblemático equipamento”.
Segundo a autarquia, “torna-se ainda mais incompreensível este ato de vandalismo enquanto os nossos recursos operacionais estão focados na resolução dos problemas provocados pelas condições climáticas adversas”.
“Numa altura” – prossegue a mesma fonte – “em que o Serviço Municipal de Proteção Civil e as equipas operacionais trabalham intensamente para mitigar os efeitos do mau tempo e garantir a segurança de todos, é inadmissível ter de desviar meios humanos e técnicos para limpar danos deliberados ao património público”.
O Município apela ainda à colaboração da população, pedindo a quem “testemunhou qualquer comportamento suspeito ou possui informações sobre este incidente”, para contactar a GNR ou os serviços da Câmara .
Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: D.R.













Uma resposta
A julgar pelo estado dos degraus, o grau de aparente abandono também devia ser justificado pelo Município. O já velho conceito da criminologia e das políticas públicas, criado nos anos 80 e conhecido por Teoria das Janelas Partidas sugere que sinais visíveis de desordem e abandono podem encorajar comportamentos antissociais e criminalidade mais grave.