Ator, escritor e guionista, Gregório Duvivier é um dos criadores de “Porta dos Fundos”, o maior canal de sketches do Brasil e um dos maiores do mundo. Neste espetáculo, que integra uma digressão por várias cidades europeias, “mistura stand up comedy com poesia falada e uma dramaturgia que mistura tudo”.
Duvivier afirma que a língua portuguesa é uma “casa” para a comunidade lusófona e defende que “é papel do Governo também exportar cultura”. Por isso, esta digressão irá reunir aqueles que amam a língua portuguesa pelo mundo “porque a língua é também uma casa”.
Para Duvivier, quando se viaja para fora de casa e se ouve a língua portuguesa, essa experiência “é muito reconfortante” e “quando uma plateia ri junto da mesma piada faz um país”.
Questionado sobre se os Governos de Portugal e do Brasil deveriam fazer mais pela língua, Duvivier responde prontamente: “Sim, eu acho. Já fizemos mais, inclusive”, e acrescenta que “é papel do Governo também exportar cultura”, não só porque é bom politicamente, mas também porque dá dinheiro.
“O Céu da Língua” estreou-se em Lisboa, em 2024, resultado de uma colaboração entre o produtor Hugo Nóbrega e o humorista . O monólogo iniciou a sua temporada no Teatro Aberto e seguiu depois para um circuito nacional.
Em fevereiro de 2025, rumou para o Brasil e, entre Portugal e Brasil, circulou por 33 cidades e acumulou mais de 200 mil espectadores. Considerado um dos maiores fenómenos de público do teatro brasileiro contemporâneo, o espetáculo atinge números recorde: “Pois é, quem diria, não é? Que as letras dariam números”, refere Duvivier, com o seu “humor poético”‘”.
De acordo com informação da BOL, a peça já tem lotação esgotada no Teatro Garcia de Resende
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia:












