Em termos de investimentos, a maior fatia irá para as áreas da educação, habitação e acessibilidades.
As Grandes Opções do Plano e Orçamento de 2026 foram aprovados, por maioria, em reunião de Assembleia Municipal, com os votos a favor dos 13 eleitos do PS e a abstenção dos sete eleitos da CDU e de um do Chega.
“Aprovámos um orçamento de 18,5 milhões de euros”, diz o presidente do Município, Luís Pita Ameixa, acrescentando que falta ainda a integração do saldo da gerência anterior, “o que vai acontecer em fevereiro, e na realidade o orçamento vai ser superior a 20 milhões de euros”.
De acordo com o autarca, entre as prioridades está “a construção de uma nova escola secundária”, assim como “o arranjo da atual [escola] básica, num investimento na ordem dos nove milhões de euros”, com financiamento comunitário.
No domínio da habitação, a autarquia elaborou uma candidatura para “a construção de um novo bairro com 36 habitações para arrendamento a custos acessíveis”, cujo investimento ronda “os cinco milhões de euros”.
“Na área das acessibilidades, a Câmara mantém o objetivo de pavimentar a totalidade das ruas e das estradas municipais” do concelho e está a acompanhar o investimento do Estado no “melhoramento do Itinerário Principal 8 (IP8)” que, segundo Luís Pita Ameixa, “vai criar uma acessibilidade muito favorável” a este território.
Também na área social, indicou, o Município pretende desenvolver um projeto para a construção de um equipamento para pessoas com deficiência, no âmbito de um protocolo estabelecido com a Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados (Cerci).
Em matéria fiscal, foi aprovada a redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para a taxa mínima legal de 0,3% para prédios urbanos e da participação no Imposto sobre o Rendimento Singular (IRS) de 5% para 4%. “Para as novas habitações, compra ou construção, [os proprietários] ficam isentos de IMI nos primeiros cinco anos”, revelou o autarca.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Arquivo/D.R.











