Os produtos foram encontrados numa revista ao recluso visitado, que já tinha na sua posse uma embalagem com o haxixe e «duas folhas de papel, em formato A4, suspeitas de estarem impregnadas de canabinoides sintéticos». De acordo com a PJ, essas folhas dariam para fornecer cerca de 1.200 doses individuais.
O alerta partiu do próprio estabelecimento prisional, que comunicou à PJ «a possibilidade de introdução de substâncias por parte de uma visita». A partir daí, a polícia «desenvolveu, de imediato, diligências investigatórias para a identificação e detenção do suspeito», tendo-se confirmado depois que este, «durante o período de visitas, tinha entregue a um recluso um embrulho com diversos produtos suspeitos de serem estupefacientes».
O homem foi detido em flagrante delito pelo Departamento de Investigação Criminal de Setúbal da PJ, que atuou, segundo a mesma fonte, «em estreita colaboração» com a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP). Presente a primeiro interrogatório judicial, ficou sujeito à medida de coação de prisão preventiva.
O inquérito é dirigido pela secção de Setúbal do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Setúbal.










