O projeto, primeiro parque eólico da Hyperion Renewables em Portugal, permitirá integrar produção eólica com a Central Solar da Cavaleira, em Estremoz, e um sistema de armazenamento em baterias, reunindo três tecnologias numa única ligação à rede elétrica.
Após a conclusão, este será um dos primeiros projetos híbridos completos em Portugal, combinando energia solar, eólica e armazenamento, com o objetivo de reforçar a flexibilidade do sistema energético e otimizar a utilização da rede elétrica existente.
O projeto contará com sete turbinas, num total de 31,5 MW de potência instalada. A empresa Vestas será responsável pelo fornecimento e instalação dos equipamentos, bem como por um contrato de operação e manutenção de longo prazo, enquanto a Windpark assegurará a construção do parque. A entrega das turbinas está prevista para o início de 2027, estando a entrada em operação programada para meados do mesmo ano.
«Este é um projeto pioneiro no Alentejo Central e um marco estratégico para a Hyperion: é o nosso primeiro parque eólico em Portugal e demonstra que é possível acelerar a transição energética com projetos inovadores», afirma Aytea Amandi-Alvarez, presidente executivo da Hyperion Renewables.
«Ao combinar eólica, solar e armazenamento no mesmo ponto de ligação, reforçamos a flexibilidade e a robustez do sistema elétrico e avançamos com uma solução inovadora e sustentável», acrescenta.
«Temos o enorme prazer de colaborar com a Hyperion neste projeto híbrido emblemático que estabelece um novo marco no panorama das energias renováveis em Portugal», afirma Tiago Palma Veigas, responsável da Vestas, sublinhando que a empresa «continua a demonstrar que, com a tecnologia certa, a energia eólica pode ser desenvolvida em qualquer lugar».
Por sua vez, o presidente executivo da Windpark, Mario de Gaviria, destaca a importância deste tipo de projetos híbridos: «Estamos totalmente comprometidos com iniciativas que integram múltiplos sistemas de geração de energia renovável, otimizando as ligações à rede e reduzindo o impacto ambiental».
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia de arquivo utilizada a título ilustrativo













2 Responses
A Hyperion, no concelho de Évora (para onde estão previstos quase 1,6 MILHÕES de painéis fotovoltaicos), deixou bem claro que NÃO PREVÊ a remoção do lixo após terminar a vida útil dos equipamentos. E também informou que, apesar dos seus quase 15 anos de vida, nunca pagou um tostão em IRC.
Outra coisa não seria de esperar de uma empresa controlada por um “fundo” e com um capital social de poucos milhares de euros.
QUEM É QUE, realmente, ganha com a construção destes monos?
Serão o ambiente, a paisagem, ou os consumidores de energia eléctrica?
Ou serão os VENDEDORES dos equipamentos E os FINANCIADORES dessas compras/importações?
Avançam que nem abutres ! Deixem o Alentejo ser o que o caracteriza na largueza e no espaço .!
Ganancia é o que se chama !