No terreno estão também 127 meios terrestres e três meios aéreos. A circulação no IP2 está totalmente interrompida nos dois sentidos, numa medida de segurança determinada devido à proximidade das chamas e às condições de visibilidade provocadas pelo fumo.
O comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Central, Fábio Pontes, admitiu esta manhã que o vento está a dificultar o combate ao incêndio, condicionando o trabalho dos operacionais e a evolução favorável da ocorrência.
O responsável sublinhou que as condições meteorológicas — em particular a intensidade e a direção do vento — continuam a ser um dos principais fatores de preocupação no terreno, obrigando à manutenção de um dispositivo significativo de combate.
O fogo deflagrou pelas 15h31 de terça-feira, na zona do Monte da Lameira, e consome uma área de mato e montado. Cerca das 22h00, apresentava quatro frentes ativas, sem registo de vítimas ou de habitações em risco, segundo o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Central.
Pelas 22h15, a página da ANEPC indicava 312 operacionais no combate às chamas, apoiados por 108 veículos. Durante a tarde estiveram ainda cinco meios aéreos no teatro de operações.
As autoridades aconselham os automobilistas a evitar a zona, respeitar as indicações da GNR e utilizar percursos alternativos enquanto se mantiver o corte do IP2.
© Magda Góis/Facebook










