Iniciativa Liberal quer rampas em vez de degraus no Centro Histórico de Évora

A Iniciativa Liberal defendeu junto da Câmara de Évora a substituição de degraus por rampas nos passeios do Centro Histórico, propondo medidas de baixo custo para melhorar a acessibilidade e a segurança rodoviária na cidade.

As propostas foram apresentadas no decurso de uma reunião com o presidente da Câmara, Carlos Zorrinho, para “avaliar o estado de execução das medidas apresentadas durante a campanha autárquica” e “manifestar disponibilidade para colaborar na definição de soluções “para o desenvolvimento do concelho”.

No encontro, o núcleo local do partido entregou três propostas que considera prioritárias, com destaque para a substituição de degraus por rampas nos passeios do Centro Histórico.

A estrutura liberal defende que esta intervenção permitirá “facilitar a circulação de carrinhos de bebé e de cadeiras de rodas”, sublinhando também a necessidade de alargar passeios sempre que tal não comprometa a passagem de veículos.

As restantes propostas da Iniciativa Liberal incidem na segurança rodoviária. O partido sugere a instalação de lombas redutoras de velocidade em dois pontos considerados críticos — a estrada junto à Aernnova e a Avenida Túlio Espanca, “onde a velocidade excessiva dos veículos representa um risco acrescido para a segurança de peões e condutores”.

É ainda proposta a implementação de sinalização reforçada com luzes LED em sinais STOP e passadeiras das principais avenidas da cidade, “aumentando a sua visibilidade, em especial durante a noite, e contribuindo para a prevenção de acidentes rodoviários”.

Para o coordenador da IL Évora, Rodrigo Mendonça, trata-se de medidas simples, de execução rápida e com impacto direto na vida quotidiana da população: “Estas são medidas que consideramos de fácil implementação, e que não trazem muitos custos à autarquia. São pequenas coisas que podem contribuir muito para um dia a dia mais inclusivo e mais seguro na nossa cidade”.

Rodrigo Mendonça sublinha ainda a necessidade de avançar rapidamente com intervenções de carácter básico, mas consideradas estruturantes para a mobilidade urbana. “Este tipo de medidas podem parecer algo simples e pouco ambicioso, mas a verdade é que elas deveriam estar pensadas há muito tempo. Para evoluirmos para algo maior, precisamos de garantir que o básico é feito, e o básico é termos uma cidade onde todos possam circular, de forma inclusiva e, claro, em segurança”, conclui.

Texto Alentejo Ilustrado | Fotografia: Arquivo/D.R.

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