IP lança estudo para retomar obras da A26 e ligar Beja à rede de autoestradas

A Infraestruturas de Portugal (IP) lançou concurso para a realização do estudo que permitirá concluir as obras da A26, interrompidas aquando da intervenção da troika.

Sublinhando que o objetivo é «reforçar a coesão territorial, melhorar a mobilidade e promover o desenvolvimento económico regional», a IP adianta que está prevista a conclusão de um lanço da A26 com cerca de 35 quilómetros, no qual se integra a construção da nova variante de Ferreira do Alentejo.

A intervenção permitirá, «após a concretização das variantes de Figueira de Cavaleiros e de Beringel, assegurar a ligação integral entre Beja e a A2 em perfil de autoestrada, com duas vias em cada sentido», acrescenta a empresa.

Segundo a IP, os trabalhos vão contribuir «para a melhoria da mobilidade e acessibilidade no Baixo Alentejo e o aumento da segurança e conforto dos utilizadores».

A empresa sublinha ainda que a elaboração destes estudos e projetos «reafirma» o compromisso da empresa «com o desenvolvimento de infraestruturas modernas, seguras e sustentáveis, contribuindo para a competitividade dos territórios, para a coesão territorial, e para a melhoria da qualidade de vida das populações».

O lançamento deste concurso surge dias depois do presidente da Câmara de Beja, Nuno Palma Ferro, ter reunido com o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, a quem solicitou «o início do lançamento do projeto de execução da A26 até ao final do primeiro semestre» deste ano.

A construção da A26 até Beja é considerada pelo Município um investimento «determinante para o desenvolvimento do território». Trata-se da execução da autoestrada, com duas faixas em cada sentido, entre a rotunda da Malhada Velha, no concelho de Ferreira do Alentejo, e a rotunda do Aeroporto de Beja

Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: D.R.


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5 Responses

  1. Confesso que estou tão cansado de promessas que nem acredito mais que aqui alguma vez invistam para o desenvolvimento desta cidade, quer rodovia, quer ferrovia, quer aeroporto,, quer hospital, quer outros investimentos que possam contribuir para fixação de gentes novas por estas bandas. Costuma dizer-se que, quando a esmola é grande o pobre desconfia. Nada mais certo. É que eu já tenho setenta e três anos e oiço isto há muitos e nada.

  2. Este novo estudo deverá ser para “informar os amigos investidores”, das localizações dos melhores terrenos a adquirir, como fizeram com os terrenos adjacentes aos locais onde supostamente anteriormente seria construído o novo aeroporto de Lisboa. Gastaram dinheiro, o aeroporto nunca avançou nesses locais, e depois nada fizeram nesses terrenos. Com tanta falta de casas, que tal aparecer uma lei que “limpasse” estas habilidades?

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