A legislação estabelece a conversão automática de institutos politécnicos em universidades politécnicas para as instituições que possuam acreditação institucional sem condições, atribuída pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) — o que é o caso do IPBeja.
«Ser Universidade Politécnica de Beja é o reconhecimento de um caminho feito com qualidade, exigência e impacto», diz o presidente do Politécnico, Aldo Passarinho, considerando ser também «um convite a pensar mais longe e a fazer mais».
Ainda de acordo com Aldo Pssarinho, a instituição «entra numa nova etapa sem perder aquilo que a distingue: a proximidade às pessoas, a valorização do conhecimento aplicado e o compromisso com o desenvolvimento do Alentejo e do país».
«A transformação começa agora e queremos que toda a comunidade faça parte desta construção coletiva», acrescenta.
Segundo o IPBeja, a Universidade Politécnica «reafirma o seu compromisso com a qualificação de alto nível dos estudantes e o desenvolvimento da região», ao abrigo de um quadro jurídico que «se propõe valorizar a maturidade e a qualidade do ensino politécnico em Portugal».
A instituição indica ainda que passará «necessariamente por um período transitório, de adaptação ao novo regime e de concretização da transformação em toda a sua extensão, continuado e integrado», e que este processo «convida todos à participação consciente e responsável», num percurso que, conclui, «mudará inevitavelmente o rumo do Instituto Politécnico de Beja».
Conforme noticiado pela Alentejo Ilustrado, também o IPPortalegre passará, em agosto, a Universidade Politécnica.










