Anaya Raj, de nacionalidade indiana, foi vista pela última vez cerca das 18h00 de segunda-feira, dia 27, por uma vizinha, junto à casa da família, onde reside há seis anos em Portugal. Nesse dia, a jovem tinha prevista uma visita de estudo escolar, mas acabou por não comparecer nas aulas.
Segundo a família, a adolescente saiu de casa depois de lhe ter sido indicado que deveria ir à escola, mas não chegou a frequentar o estabelecimento de ensino.
No momento do desaparecimento, Anaya envergava uma t-shirt preta e calças de ganga de cor clara e modelo largo. É descrita como alta, magra e com cabelo longo, liso e escuro.
O telemóvel encontra-se desligado e o último sinal rastreado indica que a jovem estaria em Lisboa, na zona do Martim Moniz.
O desaparecimento foi participado à Guarda Nacional Republicana (GNR) de Vendas Novas, estando o caso a ser investigado pela Polícia Judiciária.
Segundo declarações de familiares, a jovem terá enviado uma mensagem antes de desaparecer, na qual afirma que a decisão foi sua e pede que não seja apresentada queixa às autoridades: «A responsabilidade é minha e não há motivo para se preocuparem, não têm de fazer queixa à polícia».
Entretanto, circula nas redes sociais um alegado vídeo em que a adolescente afirma encontrar-se na Índia, referindo ter saído de forma voluntária. A família, no entanto, não valida essa informação, sublinhando que a menor não poderia sair do país sem autorização parental.
As autoridades não descartam a hipótese de rapto, embora os indícios apontem para uma eventual fuga, podendo ter existido aliciamento através das redes sociais.
Familiares e amigos divulgaram apelos nas redes sociais e solicitam a colaboração de quem possa ter informações, devendo estas ser comunicadas à GNR de Vendas Novas.










