O processo, cujo julgamento começou no dia 15 de dezembro do ano passado, envolve 35 arguidos, dos quais 22 pessoas e 13 empresas, acusados de crimes como tráfico de pessoas, associação criminosa, auxílio à imigração ilegal e branqueamento de capitais.
Este é um dos processos resultantes da denominada “Operação Espelho”, da Polícia Judiciária (PJ), realizada em novembro de 2023 e relacionada com a alegada exploração de dezenas de trabalhadores imigrantes em herdades agrícolas no Alentejo.
De acordo com os despachos de acusação e de pronúncia, consultados pela agência Lusa, a generalidade dos arguidos responde por crimes relacionados com o tráfico de pessoas, associação criminosa, auxílio à imigração ilegal, associação de auxílio à imigração ilegal e branqueamento de capitais.
Há também arguidos acusados do crime de falsificação de documento ou de detenção de arma proibida, de acordo com os documentos.
Oito dos arguidos neste caso são romenos e cinco são portugueses, de vários concelhos do distrito de Beja. Os restantes são de diversas nacionalidades estrangeiras, segundo o Ministério Público (MP).
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: D.R.












