“A ministra da Administração Interna determinou, esta terça-feira, a abertura de onze processos disciplinares, a cargo da Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI), aos dez militares da GNR e ao agente da PSP constituídos arguidos” no âmbito do processo “Safra Justa”, avançou fonte oficial.
Segundo o Ministério da Administração Interna (MAI), a IGAI solicitou ao Ministério Público o envio de elementos constantes no processo de inquérito crime, que corre termos no Departamento Central de Investigação e Ação Penal para apreciação, que vão ser, “posteriormente, analisados pela IGAI, de forma a avaliar a necessidade de aplicação de eventuais medidas cautelares”.
O anúncio da abertura de processos disciplinares surge no mesmo dia em que os dez militares da GNR detidos por suspeitas de integrarem uma rede de exploração de trabalhadores imigrantes no Alentejo regressaram ao serviço, depois de terem ficado em liberdade, sujeitos a termo de identidade e residência.
O tribunal justificou a saída em liberdade dos 10 militares da GNR e um agente da PSP por entender que “não podem ser utilizadas para efeitos de fundamentação das medidas de coação” as escutas telefónicas que não foram transcritas pelo Ministério Público.
O agente da PSP está de baixa desde setembro de 2024.
A organização criminosa desmantelada, na semana passada, na operação “Safra Justa” da PJ controlava cerca de 500 trabalhadores estrangeiros no Alentejo, mas nem todos são considerados vítimas de tráfico, segundo fonte policial.
Quanto aos seis civis, a fonte policial precisou que quatro são portugueses e dois são estrangeiros, “todos membros da organização criminosa”. Os dois estrangeiros, do sul da Ásia, “angariavam as vítimas dessa mesma origem e acabavam também por coagi-las e ameaçá-las”.
Entre os portugueses, encontra-se, segundo a fonte, “o cabecilha” da rede, sendo os restantes “seus braços direitos”.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Filipe Amorim/Lusa/Arquivo












Uma resposta
Fico cada vez mais assustado com a iliteracia deste povo, desaprenderam totalmente de escrever português e na linguagem segue mais do mesmo. Por isso andam a votar contra si mesmos, votam nos seus piores inimigos, votam nos que os roubam todos os dias há mais de 50 anos e ainda com mais força nos que anseiam por roubar ainda mais e tudo o que haja para roubar. Usam linguagem vulgarmente identificada como ordinária, espalham ódio com mentiras impunemente, cometem crimes como sempre cometeram, mas agora cometem-nos com carta de alforria como deputados na AR e arrastam atrás de si o verdadeiro exemplo da total ignorância, desconhecimento de tudo e como, apenas sentem raiva e essa raiva, é-lhes alimentada com discursos do ódio fundamentados em mentiras, com o consentimento das autoridades como o MP, que tudo lhes permitem e mesmo perseguem quem os procura desmascarar, como os donos dessas herdades, apoiantes convictos do discurso do ódio e da incentivação ao mesmo ódio, dando-lhes dinheiro e apoios totais, arrastando agentes de ordem pública, mal pagos, injustiçados, com famílias ás costas, que auferem menos de mil euros mensais líquidos, são preteridos quanto a prémios de risco, face a outros que não patrulham diariamente as ruas deste país, pagam dos seus bolsos, os seus uniformes, calçado, munições, a cartucheira ou coldre, o colete á prova de bala e ainda são castigados se não se apresentarem impecavelmente fardados ao serviço,. Enfim empurram-nos para o crime financeiro, porque o que ganham, muitas das vezes, nem chega para os gastos com casa, água, luz, seguros, creches, escolas dos filhos, roupa, comida, enfim. Depois vem o deslumbramento de mais 2 ou 3 salários pagos em dinheiro, que rapidamente os levam para um nível social que desconhecem, compram vivendas, herdades, carros de topo, demonstram claramente sinais exterior de riqueza, vivem como nunca conseguiram viver com a sua escolha profissional, e culpam a tutela, e bem, de os ter feito serem e estarem tão revoltados, que usam as instituições onde servem, como meio de suportar a ilegalidade, protegê-la, atacar tudo e todos os/as que possam colocar em risco essa sua actividade extra profissional, que na realidade os compensa financeiramente, sem calcularem muito bem que o que fazem, é CRIME grave e se não tiverem as costas quentes na e pela hierarquia acima destes, podem muito bem ver-se no outro lado das grades, e no meio, de quem os odeia mais do que ama a própria vida. NÃO ESQUEÇAM: . A verdade é como o azeite, acaba sempre por ascender á superfície e, os hierarquicamente superiores, que lhes prometeram que nada lhes aconteceria, se fossem fiéis, recebessem e calassem, jamais se deixarão queimar na hora H e seguramente, usarão estes agentes de ordem pública, como bodes expiatórios, que acarretarão todas as culpas e as consequências das suas acções, eventualmente acusados, presos e qui ça eliminados na cadeia, pelos que lhes prometeram o paraíso.