Fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que não especificou as circunstâncias em que ocorreu o óbito, indicou apenas que o alerta foi dado “por volta das 13h30”.
A GNR acrescenta que a vítima, além de bombeiro, é também militar da Guarda no Posto Territorial de Campo Maior.
A ANEPC emitiu uma nota de pesar nas suas redes sociais, indicando que a operação de patrulhamento, reconhecimento e vigilância em que o bombeiro estava envolvido decorria na Estrada Nacional 373, numa zona de confluência com o rio Caia, em Campo Maior.
Na sua nota de pesar, a ANEPC endereçou “as (…) mais sentidas condolências à família, aos amigos, ao corpo de Bombeiros Voluntários de Campo Maior e a todos os bombeiros e agentes de proteção civil empenhados nas operações de proteção e socorro, no âmbito das condições meteorológicas adversas que afetam Portugal continental”.
“Neste momento de dor e consternação, a ANEPC deixa uma palavra de profunda gratidão a todos os homens e mulheres que, com coragem e sentido de missão, colocam a sua vida em risco para proteger a vida e os bens dos seus concidadãos”, acrescenta.
Contactado pela Lusa, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior, Pedro Tomé, lamentou a morte do bombeiro da sua corporação, sublinhando que o pessoal ficou “em baixo”, com o ocorrido.
Pedro Tomé explicou que a morte deste bombeiro ocorreu no desenrolar de uma ação de patrulhamento e vigilância devido ao mau tempo, “e algo se passou, [ele] sentiu-se mal, algo deste género, e entrou numa linha de água”.
O comandante revelou ainda que, na sequência desta situação, já deu entrada na corporação uma equipa de psicólogos que vai acompanhar os restantes elementos da corporação.












