«A maternidade não pode fechar quando mais precisamos dela», afirma o núcleo distrital, denunciando uma situação que, diz, «compromete gravemente os direitos das mulheres».
Para o MDM, a interrupção recorrente deste serviço «coloca em risco a saúde e a vida de grávidas e bebés, obrigando a deslocações longas, inseguras e muitas vezes realizadas em momentos críticos».
Em comunicado, a estrutura sustenta que os encerramentos intermitentes das urgências obstétricas «geram incerteza e angústia no momento do parto, aumentam o risco para grávidas e recém-nascidos, reforçam as desigualdades territoriais no acesso à saúde e configuram situações de violência obstétrica estrutural».
«A saúde das mulheres não pode depender do código postal», acrescenta o núcleo, defendendo que o acesso a cuidados de saúde materna de qualidade deve ser garantido «em todo o território nacional, em condições de proximidade, segurança e dignidade».
O MDM exige ainda «um Serviço Nacional de Saúde público, universal e gratuito, devidamente reforçado», «a abertura permanente (24h/dia, todos os dias) das urgências obstétricas», «a contratação urgente de profissionais de saúde», «o fim dos encerramentos rotativos de serviços» e «a valorização do planeamento familiar e da saúde materna como prioridade política».
O movimento reafirma o «compromisso na defesa dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres» e apela à mobilização da população e das entidades responsáveis «para pôr fim a esta situação inaceitável».











2 Responses
Uma tristeza, portugal esta a regredir em todos os sentidos. Os direitos fundamentais de todos estão em risco, principalmente neste contexto os das mulheres e crianças, pondonassim em risco também o futuro do nosso país. Como mulher e mãe, e agora já avó sinto profundamente angustiada por toda esta situação na minha cidade. As mulheres deviam de se unir. A união faz a força. Somos todas por uma e uma por todas. Assim devia de ser!!!!
No dia 18de junho de 2025,tive meu filho na maternidade de Portalegre, ao posso me queixar me,
Na altura da gestação fiz um plano de saúde,pois as pessoas falavam MT mal da maternidade, lembro que ouvia assim,quando vc for pra ganhar o bebê vc vai saber do que a gente fala,isso me dava um certo pânico,enfim chegou o dia em que retornei o médico,e ele já marcou a data do nascimento,meu parto seria induzido,pois já estava nas 41 semanas.
Cheguei no hospital, para a minha surpresa fui muito bem recepciona ,como sempre nas urgência.subinate lá em cima na obstétrica,fui maravilhosamente atendida,meu esposo tbm,os médicos era sensacional,sempre me passando muita calma conversando comigo e meu esposo,o tempo todo eles estava de olho em mim,olhava a pressão,sempre me perguntando se estava bem disposta,tive um tratamento que parecia estar em uma maternidade particular do Brasil,e olha que lá eu nem fui bem atendida.minha nota hj seria mil com toda a certeza,aqueles anjos de médicos e enfermeiras foram excepcional na nossa vida naquele dia 18.E eu consegui ver que a gente não se pode acreditar em todos,mesmo eu sendo imigrante eu tive um ótimo atendimento uma ótima recepção,a limpeza nota mil,a comida maravilhosa,as pessoas magníficas.Minha gratidão a todos do hospital desde a recepção,até a comida, limpeza,médicos Foi tudo maravilhosamente bem,lembrando que o segurança tbm nós auxiliou bastante.Gratidao a toda a equipa do hospital.