O projeto nasceu de uma colaboração com o Município, que recorreu ao financiamento do Plano Nacional para o Alojamento do Ensino Superior, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e depois levou a cabo a obra.
Fernando Alexandre lembrou que as residências universitárias “são essenciais para a integração e para o sucesso educativo dos alunos”, tendo a presidente da Câmara, Fermelinda Carvalho, sublinhado que esta é “uma forma” da autarquia e do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) “contribuírem para dar melhores condições de permanência” aos alunos colocados nesta instituição de ensino superior.
Em declarações aos jornalistas, o ministro aproveitou para fazer um primeiro balanço das provas-ensaio em formato digital, que nas últimas três semanas “envolveram centenas de milhares de alunos, dezenas de milhares de professores, centenas de diretores de agrupamentos [e] os serviços do Ministério”.
Estas provas, que não servem para avaliação externa, vão permitir que os alunos se familiarizem com o suporte digital em contexto de avaliação e ajudarão as escolas a testar a sua preparação tecnológica, organizativa e logística das escolas.
“Aquilo que queremos com este ensaio é conseguirmos, quando as provas de facto forem a sério, por exemplo no caso do 9.º ano, não haver falhas”, disse Fernando Alexandre, segundo o qual não há nenhuma escola em Portugal que possa dizer que não tem equipamento porque não teve verba para [o adquirir]”.
Fotografia | Nuno Veiga/Lusa