De acordo com o Ministério Público, o arguido, que «padece de doença do foro psiquiátrico», muniu-se, «de forma inesperada, de uma faca» e desferiu com esta «vários golpes na cabeça e corpo da vítima, causando-lhe a morte».
O arguido encontra-se em prisão preventiva, substituída por internamento preventivo em hospital prisional. Atenta a sua perigosidade, a acusação foi deduzida visando a aplicação de «medida de segurança de internamento em estabelecimento adequado», refere o Ministério Público.
Fonte da GNR revelou na altura que a mulher foi encontrada morta por esfaqueamento e que o suspeito foi detido no mesmo dia, tendo a investigação passado depois para a alçada da Polícia Judiciária.
O homem foi presente a primeiro interrogatório judicial e ficou em prisão preventiva, por decisão do Tribunal de Portalegre, em 20 de janeiro, substituída por internamento em hospital prisional.
O inquérito foi dirigido pelo Ministério Público de Portalegre.










