Segundo fonte do Ministério Público, o arguido e a vítima eram divorciados, mas tinham voltado a viver juntos e fixado residência em Portalegre.
De acordo com a mesma fonte, «encontra-se indiciado que, no decurso da relação, o arguido agredia física e verbalmente a vítima», sendo que, nos últimos dias, «forçou-a à prática de relações sexuais, quase a estrangulou e tentou atear-lhe fogo».
Realizado o interrogatório, no Juízo Local Criminal de Portalegre, e «verificando-se a existência de perigo de continuação de atividade criminosa e de perturbação grave da ordem e tranquilidade públicas», o Ministério Público indica que foi determinado que o arguido ficasse sujeito, além do termo de identidade e residência (TIR), às medidas de coação de prisão preventiva e obrigação de não contactar por qualquer meio, diretamente ou por intermédio de terceiros, com a vítima.
A investigação prossegue sob direção do Ministério Público de Portalegre, a cargo do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) da GNR de Portalegre.










