Num comunicado publicado na página de internet da Procuradoria-Geral Regional de Évora, o MP explica que os factos ocorreram entre 15 de abril de 2024 e 02 de novembro de 2025, tendo a mulher sido detida em 04 de novembro passado e ficado em prisão preventiva, que ainda se mantém.
“A arguida fazia daquelas práticas o seu modo de vida, porquanto não tinha emprego e possuía hábitos de consumo de drogas, dedicando-se ainda à prostituição e aproveitando-se também dessa atividade para praticar os crimes”, salienta a mesma fonte.
Segundo o MP, que foi coadjuvado pela PSP de Évora na realização da investigação, foi deduzido pedido de perda a favor do Estado de vantagens obtidas com a atividade criminosa.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Arquivo/D.R.












