O convite ao fotógrafo, explica o museu, tem por objetivo «partilhar a sua visão atenta das tradições e das vivências singulares da população barranquenha».
Kiko Bergano, fotógrafo e geógrafo, apresenta, segundo a mesma fonte, «um corpo de obra construído ao longo de vários anos, numa rotina persistente que fixa o quotidiano de um povo singular como o barranquenho». Numa leitura das imagens, o museu refere que, «sem pretensiosismos, somos transportados para as vivências e tradições comunitárias, para os gestos do quotidiano, para a intimidade de cada olhar».
«Nestes momentos fixados no tempo, conseguimos perceber sonhos, aspirações, comunhão, comunidade, quase ouvir a musicalidade única da língua barranquenha», acrescenta a organização.
Trata-se da «primeira exposição individual consistente da maturidade da obra de Kiko Bergano».

Antes, o fotógrafo tinha estado presente na mostra «Conhecer para Projetar», em 2025, no âmbito das Jornadas Europeias do Património, promovida pelo Centro Interpretativo do Barranquenho, e, este ano, no concurso de fotografia «Registos Identitários do Alentejo», promovido pela Casa do Alentejo, em Lisboa, onde foi distinguido com um terceiro prémio e uma menção honrosa.
O museu conclui que «Alma Exposta – Fragmentos de uma Identidade» é «uma exposição que celebra e empodera uma população», ao mesmo tempo que «abre uma janela para quem queira começar a conhecer este território imaterial do barranquenho».










