Segundo o município, a futura Estação da Mobilidade, a construir na Alameda da Paz, junto à antiga estação de caminhos-de-ferro, tem um prazo de execução de 540 dias.
Trata-se de «um interface onde se pretende agregar os transportes rodoviários regionais e urbanos», explicou.
A empreitada, acrescentou a autarquia, prevê a criação de «um espaço de paragem para dois autocarros, em cais de embarque com proteção às intempéries, e estacionamento de apoio destinado a veículos ligeiros».
Serão ainda construídos dois edifícios, «um para apoio ao público e outro para cafetaria».
«É uma infraestrutura absolutamente indispensável para a cidade de Sines. Encontrámos o projeto, no qual o anterior executivo tinha trabalhado, mas que estava na gaveta. Fomos aproveitar e atualizamos a estimativa de custos», disse o presidente da Câmara de Sines, Álvaro Beijinha.
Segundo o autarca, a operação será candidatada a financiamento do Fundo para a Transição Justa.
«Há esta oportunidade de o candidatar a financiamento, através do Fundo para a Transição Justa, até ao final deste mês, e, para isso, temos de ter o projeto aprovado e o concurso público lançado», sublinhou.
Além da construção das infraestruturas para o interface, o projeto prevê ainda a «requalificação urbana em toda a zona envolvente» da antiga estação de comboios.
«A própria localização que ali apontamos também já perspetiva a possibilidade de, no futuro, haver comboio de passageiros para Sines», realçou.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: D.R.










