O projeto, que incluiu a execução da obra civil, a implementação da tecnologia e a entrada em funcionamento da infraestrutura, contou com a participação da Câmara de Grândola e da Infratroia. A Acciona será também responsável pela operação e manutenção da ETAR durante os primeiros seis meses de exploração.
Segundo a empresa, a intervenção «aumenta significativamente a capacidade de tratamento de águas residuais da Península de Tróia», permitindo servir uma população equivalente a 16.500 habitantes e tratar um caudal médio de 4.356 metros cúbicos por dia.
A empresa explica que a ETAR incorpora tecnologia de biorreator de membranas (MBR), que permite produzir água reutilizada adequada para a rega dos campos de golfe e de outras zonas verdes do empreendimento, «contribuindo para a proteção dos ecossistemas locais».
Ainda de acordo com a Acciona, esta nova infraestrutura «representa um avanço relevante para a gestão sustentável da água na região», ao reforçar a capacidade de resposta a períodos de escassez hídrica e apoiar o desenvolvimento sustentável de um dos principais destinos turísticos de Portugal.
Com este projeto, a empresa afirma reforçar «o seu compromisso com a gestão sustentável da água através de soluções inovadoras que contribuem para otimizar os recursos hídricos e promover um modelo mais circular e resiliente».










