Nove em cada 10 diplomados do Politécnico de Setúbal com emprego em seis meses

Nove em cada 10 diplomados do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) conseguem entrar no mercado de trabalho em menos de seis meses após a conclusão do curso, segundo um estudo sobre inserção profissional promovido pela instituição.

O inquérito, aplicado a antigos estudantes com formação concluída no ano letivo de 2022-2023, indica também que é nos distritos de Setúbal e Lisboa que a maioria dos diplomados desenvolve a sua atividade profissional, representando 89,4 por cento do total.

Incidindo sobre vários ciclos de estudo, o questionário permitiu apurar que é o setor privado o principal empregador dos diplomados de cursos técnicos superiores profissionais (CTeSP) e de licenciatura, com destaque para as empresas de maior dimensão. Já no caso dos diplomados com mestrado, a maioria concentra-se na Administração Pública.

O estudo conclui ainda que as situações laborais “trabalhador por conta de outrem”, “a tempo integral” e em “regime presencial” são as mais prevalentes, com correspondente estabilidade do vínculo contratual.

No universo dos diplomados que trabalham a tempo inteiro, cerca de 84 por cento aufere um rendimento líquido superior a mil euros mensais.

A maioria dos diplomados indicou também estar a desenvolver uma atividade diretamente relacionada com a área da formação académica e avalia como “boa” ou “muito boa” a adequação do curso ao mercado de trabalho, bem como o ambiente de proximidade da comunidade académica.

Segundo o IPS, estes resultados refletem uma estratégia de acompanhamento dos estudantes na transição para o mercado de trabalho, cujos efeitos têm sido evidenciados em sucessivos estudos.

Nesse âmbito, a instituição promove várias iniciativas extracurriculares destinadas a aproximar os estudantes da realidade laboral e a complementar o conhecimento técnico com competências transversais.

Entre essas iniciativas destacam-se a “Semana da Empregabilidade – Feira de Emprego”, evento anual que caminha para a 12.ª edição, o “Programa de Mentoria Alumni”, que coloca em parceria diplomados e atuais estudantes, e o “Passaporte para o Emprego”, uma ferramenta que permite registar a frequência de várias atividades de enriquecimento do percurso académico.

Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: D.R.

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