A Polícia de Segurança Pública registou 1.304 acidentes desde 27 de março, dos quais resultaram 476 feridos — 19 graves e 457 ligeiros — e três vítimas mortais. As mortes ocorreram na sequência de uma colisão em Sintra, no dia 27, de um atropelamento em Vila Nova de Gaia, na quinta-feira, e de um despiste em Almada, na sexta-feira.
Já a Guarda Nacional Republicana contabilizou 402 acidentes na sua área de intervenção, dos quais resultaram 10 mortos, 15 feridos graves e 110 feridos ligeiros.
Segundo a GNR, todas as vítimas mortais resultaram de colisões ou despistes. Na sexta-feira, um despiste em Ourém provocou a morte de um jovem de 19 anos.
No mesmo dia, uma colisão entre três veículos no IC1, em Alvalade do Sado, causou quatro vítimas mortais, pertencentes à mesma família: dois adultos, de 50 e 49 anos, e dois menores, de 15 e 12 anos.
Outra colisão, na EN243, em Foros de Arrão, envolveu dois veículos ligeiros de mercadorias e provocou a morte de um homem de 71 anos.
No âmbito da operação “Polícia Sempre Presente: Páscoa em Segurança 2026”, a PSP efetuou 836 detenções, das quais 469 por crimes rodoviários. Entre estas, 256 deveram-se à condução sob efeito do álcool e 163 à falta de habilitação legal para conduzir.
No âmbito das ações de prevenção e fiscalização rodoviária, a PSP fiscalizou 14.789 condutores e controlou por radar 38.888 viaturas. Para além das 469 detenções por crimes rodoviários, foram registados 4.191 autos de contraordenação. A maioria diz respeito a excesso de velocidade (614), falta de inspeção periódica obrigatória (483) e ausência de seguro de responsabilidade civil (220), entre outras infrações.
De acordo com os dados provisórios da operação, a GNR fiscalizou 13.008 condutores, dos quais 81 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 30 pessoas por condução sem habilitação legal.
No total, a GNR detetou 2.385 contraordenações rodoviárias, destacando-se 617 por excesso de velocidade e 415 por falta de inspeção periódica obrigatória.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: D.R.













Uma resposta
As brigadas de trânsito deveriam voltar a andar nas estradas disfarçados e em carros sem caracterizasao. E nao andarem a perder trmpo com verificações inutris de documentod