O documento foi aprovado com os votos a favor dos quatro eleitos do PS e um do PSD.
O presidente da autarquia, António Severino, que está a cumprir o primeiro mandato, diz que o orçamento vai servir para “continuar a melhorar a qualidade de vida” das populações, assentando também a sua aposta na habitação e na construção de uma nova zona industrial.
No âmbito da Estratégia Local de Habitação, a Câmara vai adquirir terrenos para criar um novo loteamento urbano, após um outro loteamento ter sido já ocupado. Em breve será lançado um concurso público para a reabilitação de sete habitações que a autarquia adquiriu no concelho, num investimento de um milhão de euros.
Outra prioridade será a aquisição de terrenos junto ao nó da Autoestrada A23, na freguesia de Belver, para a construção de uma nova zona industrial. “Vamos criar uma nova zona industrial, uma vez que a que temos também já está completa”, diz António Severino.
Além de continuar a desenvolver projetos noutras áreas, como o desporto, cultura e o turismo, a autarquia está nesta altura a concluir a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM).
“Este é o orçamento possível derivado também a alguns constrangimentos que temos, uma vez que temos poucas receitas próprias”, lembra o autarca.
Em matéria de impostos, a Câmara não cobra Derrama e decidiu manter a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para prédios urbanos em 0,30%, enquanto a taxa de participação no Imposto sobre o Rendimento Singular (IRS) será devolvida aos habitantes do concelho no valor máximo permitido por lei (5%).
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Arquivo/D.R.











