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Ouvir Beethoven no lagar? Será no próximo dia 22, em Ferreira do Alentejo

O segundo momento da edição deste ano do Festival Terras Sem Sombra decorrerá nos próximos dias 22 e 23 de junho, em Ferreira do Alentejo. Uma das propostas é “Uma Viagem Musical de Dois Séculos”, pela música de Beethoven, Malipiero e Brahms, num local improvável… a sala das máquinas do Lagar do Marmelo.

Sob a chancela do Instituto Italiano de Cultura, em Lisboa, e com o apoio do município local, da Fundação La Caixa e do Grupo Sovena, o Lagar do Marmelo, em Figueira dos Cavaleiros, será o palco para um dos expoentes da música transalpina, o Quartetto di Venezia.

“O perfeito domínio técnico e a força das suas interpretações, caracterizadas pelo impulso para um valor absoluto de si mesmos como verdadeiros intérpretes, colocam o Quartetto di Venezia num lugar cimeiro na sua categoria e entre os poucos dignos de assumir o papel dos grandes quartetos do passado”. Estas são palavras de um violinista de referência, Bruno Giuranna a propósito do ensemble constituído por Andrea Vio, Alberto Battiston, Mario Paladin e Angelo Zanin. 

O Quartetto di Venezia tem-se apresentado em festivais e palcos conceituados em Itália e um pouco por todo o mundo. Para além de obras mais conhecidas, cuja interpretação lhe tem valido prémios internacionais, o seu repertório integra outras raramente executadas, como os quartetos de G. F. Malipiero. Entre outras distinções, é, desde 2017, o quarteto residente da Fundação Giorgio Cini, em Veneza.

Em Ferreira do Alentejo, o ensemble vai apresentar, na noite de 22 de junho (21h30), um notável concerto com obras maiores de Ludwig van Beethoven, Gian Francesco Malipiero e Johannes Brahms. Um périplo musical entre os séculos XVIII e XIX num palco inusitado que projeta a audiência para este século XXI. 

Sob o tema “A Arte do Quarteto: Uma Viagem Musical de Dois Séculos (Beethoven, Malipiero, Brahms)”, o concerto decorre na sala das máquinas do Lagar da Herdade do Marmelo, em Figueira dos Cavaleiros. Da autoria do arquiteto Ricardo Bak Gordon, o equipamento industrial do Grupo Sovena reflete uma imagem da contemporaneidade que caracteriza a olivicultura na região. A estrutura impera sobre o olival envolvente. Um marco alvo na peneplanície, tornado numa espécie de “luminária” ao cair da noite. 

A agenda do fim de semana completa-se com a visita ao património da Santa Casa da Misericórdia local e a uma empresa sediada em Ferreira do Alentejo que expande a uva alentejana no mercado internacional, a Herdade Vale da Rosa.

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