Com entrada livre, a mostra – que reúne nomes como João Queiroz, Pedro Calapez, Tito Mouraz e Virgínia Fróis – resulta de um convite da Fundação Eugénio de Almeida à Fundação PLMJ e ficará patente até 30 de agosto, segundo informação divulgada pela organização.
Com curadoria de João Silvério, a exposição reúne mais de meia centena de obras da coleção da Fundação PLMJ, integrando artistas de diferentes países de língua portuguesa, e propondo uma reflexão sobre “a paisagem enquanto território em permanente transformação”, nomeadamente por José Chambel, Rosana Ricalde, Susana Gaudêncio, Vítor Ribeiro, Ana Pérez-Quiroga, Délio Jasse e Fernanda Fragateiro.
O título da exposição, inspirado num poema de Manuel Gusmão, remete para a ideia de que “a paisagem, tal como a arte, não é fixa, alterando-se consoante o lugar, o tempo e o olhar de quem a observa”.
Segundo a organização, a apresentação de “As Paisagens Mudam de Lugar” em Évora tem como objetivo dar a conhecer em maior profundidade o acervo da Fundação PLMJ num contexto expositivo fora de Lisboa, reforçando a circulação de obras e o acesso público à coleção.
A coleção da Fundação PLMJ nasceu há mais de duas décadas centrada na pintura, no desenho e na escultura criadas por artistas de língua portuguesa em início de carreira, e com a missão de apoiar a criação emergente, com especial foco na arte moderna e contemporânea da lusofonia.
Globalmente, o acervo conta com cerca de 1.300 peças de arte contemporânea de 500 artistas em vários meios, incluindo um núcleo de vídeo com mais de uma centena de trabalhos.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Imagem: Pedro Vaz, Sem título (Covão d’Ametade), 2018, Acrílico sobre papel [detalhe]












