Em comunicado, a Direção da Organização Regional de Évora (Dorev) do PCP diz que essas linhas «alteraram de forma significativa o que foi aprovado, incluindo investimentos para a criação e requalificação de equipamentos», e «excluíram muitas estruturas regionais que se candidataram já este ano».
A Dorev lembra que o título foi conquistado em 2022 pela Câmara Municipal de Évora, então gerida pela Coligação Democrática Unitária (CDU), «visando envolver todo o distrito e a região», e garante que vai continuar «a denunciar e a desenvolver esforços para que Évora 27 beneficie os alentejanos e o Alentejo».
Na saúde, o partido aponta a «carência de profissionais como médicos especialistas em diversas áreas», referindo que a ULS do Alentejo Central está neste momento sem resposta de dermatologia e que os utentes de radioterapia oncológica têm de se deslocar a serviços em Lisboa ou Santarém, situação sobre a qual já questionou o Governo na Assembleia da República.
Os comunistas manifestam ainda «profunda preocupação» com a «previsível redução do horário do serviço de consulta aberta» na Unidade de Cuidados de Saúde Primários de Redondo, um «novo e grave recuo no atendimento, com particular incidência nos fins de semana».
Na educação, o PCP estima que cerca de 6 mil alunos do distrito de Évora estejam sem professor a pelo menos uma disciplina e critica a «reforma» da ação social no Ensino Superior, «com impactos negativos nas bolsas e no alojamento». O partido aponta também a necessidade de requalificar a cozinha do refeitório das instalações da Parque Escolar em Arraiolos, «responsabilidade do Governo que urge ser respondida».
Nos transportes, reclamam medidas para «reforçar e melhorar o transporte ferroviário», tanto no intercidades Évora-Lisboa como na linha do Alentejo.











Uma resposta
A questão central é Évora como capital da Cultura 2027, certo?
Segundo o artigo não há uma referência à cultura.
O director da revista é director de propaganda de alguma organização anti-governametal?