Em comunicado, o Município de Évora revela que, no dia 20 de setembro, foi assinado o aditamento ao acordo de colaboração entre a autarquia e as secretarias de Estado da Habitação e da Administração Local e Ordenamento do Território.
Segundo o presidente da Câmara, Carlos Pinto de Sá, o Plano Local de Habitação previa um investimento “de 63 milhões de euros”, permitindo este aditamento aumentá-lo em 4,1 milhões de euros.
De acordo com a nota camarária, o plano envolve a construção ou reabilitação de 459 habitações, com apoios de fundos comunitários, uma vez que foram submetidas três candidaturas ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num “investimento global superior a 33 milhões de euros”.
Uma das candidaturas refere-se ao Bairro do Moinho, onde está prevista a construção de 40 fogos (16 T1 e 24 T2) para arrendamento acessível, num investimento superior a quatro milhões de euros.
Já no Bairro do Escurinho vai avançar “uma operação de reparcelamento e regeneração urbana”, que permitirá “a construção de 122 novas habitações, num investimento de 28 milhões de euros, incluindo a aquisição de habitações de proprietários que manifestaram intenção de vender ao Município de Évora”.
A terceira candidatura centra-se no Centro de Acolhimento de Urgência, Temporário e de Transição, que envolve “a reabilitação de um equipamento para apoio a pessoas em situação de grande vulnerabilidade, com capacidade mínima para 24 pessoas, num investimento de 1,7 milhões de euros”.
No mesmo comunicado, a Câmara lembra que “Évora foi uma das primeiras cidades do país a ter um Plano Local de Habitação”, que prevê beneficiar “cerca de 500 famílias”.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Maqueta do Bairro do Escurinho/D.R.












