Conforme noticiado pela Alentejo Ilustrado, o homem está em prisão preventiva. A juíza de instrução criminal aplicou a medida de coação mais gravosa por entender verificados os perigos de fuga, de continuação da actividade criminosa e de perturbação grave da ordem e tranquilidade públicas, segundo o Ministério Público (MP) de Ponte de Sor.
Para além dos cinco crimes de homicídio na forma tentada, o arguido está indiciado por três crimes de resistência e coacção sobre funcionário, nove crimes de ameaça agravada, dois crimes de dano qualificado e um crime de detenção de arma proibida. Grande parte dos factos, refere o MP, «foram praticados no contexto de conflito entre famílias rivais».
O arguido deveria ter sido sujeito a primeiro interrogatório judicial no dia 13 de maio, mas agrediu os militares da GNR que o acompanhavam nas instalações do tribunal e conseguiu colocar-se em fuga. Apresentado agora a interrogatório, ficou preso preventivamente a 26 de maio.
A investigação prossegue sob direcção do Ministério Público de Ponte de Sor, com a coadjuvação da Polícia Judiciária de Évora.












