Segundo o Ministério Público (MP), «os factos ocorreram desde, pelo menos, agosto de 2023 até dezembro de 2024». Nesse período, refere a acusação, os arguidos dedicavam-se «diretamente ou através de terceiros, à venda de produto de estupefaciente, nomeadamente, canábis (resina e liamba) e MDMA».
O MP indica que as diligências efetuadas no âmbito do inquérito permitiram detetar «uma estufa na residência de um dos arguidos, bem como armas de fogo e várias embalagens de substâncias ilícitas».
Foram ainda apreendidos dois veículos automóveis furtados em Espanha que, segundo a mesma fonte, «circulavam em Portugal com matrículas falsas».
Um dos arguidos encontra-se em prisão preventiva.
Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: Nuno Veiga/Lusa/Arquivo










