Segundo a presidente do município de Portalegre, Fermelinda Carvalho, o estudo prévio está a ser desenvolvido por uma empresa externa, contratada pela Secretaria-geral do Ministério da Administração Interna (MAI).
A autarca indicou que o estudo prévio, matéria que envolve a área de arquitetura do edifício, deu entrada nos serviços da câmara «na semana passada» e, após uma avaliação técnica, foi devolvido à empresa por conter «pequenas incorreções».
Fermelinda Carvalho espera poder aprovar o documento, «o mais tardar», no espaço de um mês, e indicou que os serviços municipais deram o seu parecer à empresa ainda durante a passada semana.
«A Câmara avaliou tecnicamente, porque este estudo é feito por uma empresa externa, e detetou algumas coisas [que estavam] menos bem, Mas é normal em projetos desta dimensão», esclareceu.
A nova infraestrutura vai contar com um conjunto de 22 edifícios e instalações de apoio e uma praça multifuncional no interior. O equipamento ficará dimensionado para acolher um efetivo de cerca de 1.210 pessoas, entre oficiais, sargentos, guardas, civis e formandos.
As novas instalações do Centro de Formação e do Comando Territorial de Portalegre da GNR ocuparão um terreno com 11 hectares, situado na zona industrial, cedido pelo município, que ficou encarregue igualmente da infraestruturação e das acessibilidades.
O investimento da Câmara de Portalegre neste projeto, que implicou também a expansão da zona industrial, foi de três milhões de euros, comparticipados em 85% por fundos comunitários.
O atual Centro de Formação da GNR em Portalegre está instalado no Convento de São Bernardo, ao abrigo de um protocolo de cedência entre os ministérios da Defesa e da Administração Interna.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: D.R.












