Presidente da República lamenta morte de bombeiro em Campo Maior

O Presidente da República lamentou a morte de um bombeiro, durante uma patrulha em Campo Maior, elogiando o seu “exemplo de abnegação e dedicação à causa pública”.

Numa mensagem publicada na página de internet da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa manifesta pesar pela morte do bombeiro José Valter Canastreiro, de Campo Maior, “ao serviço de apoio às comunidades afetadas pela intempérie”. 

O bombeiro, que também era militar da Guarda Nacional Republicana (GNR), “é um exemplo de abnegação e dedicação à causa pública, cuja vida e percurso profissional ficam marcados pela sua solidariedade e serviço ao próximo”, lê-se na mensagem.

Também o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, já reagiu à morte do bombeiro, agradecendo “o exemplo de humanidade, dedicação e serviço prestado à nossa terra”.

Fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que não especificou as circunstâncias em que ocorreu o óbito, indicou apenas que o alerta foi dado “por volta das 13h30”.

Por sua vez, o Ministério da Administração Interna (MAI) manifestou “profundo pesar e consternação” pela morte hoje de um militar da GNR de Campo Maior, ao serviço dos bombeiros em apoio às populações afetadas pelo mau tempo.

“Foi com profundo pesar e consternação que o Ministério da Administração Interna tomou conhecimento do falecimento de um militar do Posto Territorial de Campo Maior, José Valter Cunha Canastreiro (…), vítima de um acidente na Ribeira de Caia, no decorrer de um serviço de apoio à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Campo Maior, durante o seu período de descanso”, declarou o MAI em comunicado.

“Em nome do Governo, o Ministério da Administração Interna dirige, neste momento trágico, uma palavra de profunda solidariedade e sentidas condolências à família, aos amigos, aos militares da GNR do Posto Territorial de Campo Maior, aos bombeiros da Associação dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior e todos os bombeiros e militares da GNR”, conclui.

Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Lusa

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