O Ministério Público de Elvas apresentou o arguido a primeiro interrogatório judicial, após a emissão de mandados de detenção e a realização de buscas domiciliárias e ao veículo automóvel.
Segundo o MP, o suspeito «escolhia vítimas mais vulneráveis que circulavam sozinhas e apeadas na via pública para, através do uso de força, lhes arrancar fios em ouro que estas usavam». Nas buscas realizadas, «foi encontrado um recibo de venda de artigos em ouro».
Após o interrogatório judicial, o juiz aplicou ao arguido a medida de coação de prisão preventiva.










