Fonte da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) explica que a região está em destaque no evento, que decorre até quarta-feira, reunindo decisores, compradores e distribuidores de todo o mundo.
“O Alentejo apresenta-se como uma região de referência, levando a Paris 17 produtores no ‘stand’ próprio dos Vinhos do Alentejo e uma seleção representativa da diversidade, qualidade e identidade dos vinhos da região”, refere a mesma fonte.
Referindo que esta presença “traduz uma ambição clara e sustentada de afirmação do Alentejo nos mercados externos”, o presidente da CVRA, Luís Sequeira, explica que a participação na Wine Paris “integra uma estratégia clara de afirmação internacional definida no Plano Estratégico dos Vinhos do Alentejo 2026–2031”.
O objetivo da comissão vitivinícola, plasmado nesse plano, é a de “passar dos atuais 20 milhões de litros exportados para 40 milhões de litros até 2031, duplicando as exportações da região”.
Luís Sequeira assume que a CVRA pretende “reforçar a presença dos Vinhos do Alentejo nos mercados internacionais, valorizar a diversidade dos ‘terroirs’ [da região] e criar oportunidades comerciais para os produtores em novos mercados”.
Ao longo destes três dias do certame, o stand dos Vinhos do Alentejo conta com uma área dedicada à prova livre, em que são apresentados diariamente 17 vinhos distintos — um de cada produtor, numa abordagem “pensada para evidenciar a pluralidade de castas, estilos e expressões do terroir alentejano, reforçando a imagem da região como um território de diversidade”.
Na feira estão presentes os produtores Azamor Wines, Adega de Juromenha, Dona Dorinda Organic Wines, Dona Maria – Júlio Bastos, Família Margaça, Herdade da Calada, Herdade da Lisboa, Herdade das Servas, Herdade do Arrepiado Velho ou Herdade do Sobroso.
Herdade da Mingorra, Ímpar Wines, Monte da Raposinha, Santa Vitória, Sovibor, Tiago Cabaço Winery e Torre de Palma são os outros “embaixadores” da região na capital francesa.
Para a CVRA, a participação dos Vinhos do Alentejo neste evento “reforça não só a consolidação de relações comerciais e a abertura de novos mercados, como a afirmação da região como uma referência incontornável no panorama vitivinícola global”.












