Segundo o partido, esta é já a segunda interpelação sobre o tema em cerca de dois meses, depois de a maioria socialista ter garantido, na altura, que a normalidade seria reposta dentro de poucas semanas. Para o PSD, contudo, essa normalização não se verificou — o partido considera mesmo que, em vários locais, a situação se agravou.
Os sociais-democratas referem a existência generalizada de contentores sobrelotados, lixo acumulado na via pública e «monos» por recolher durante largos períodos, descrevendo um estado geral de limpeza que classifica como incompatível com a qualidade de vida dos eborenses.
O partido reconhece que parte dos constrangimentos atuais resulta de opções do mandato anterior,de maioria CDU, mas defende que as atuais opções políticas do Executivo mantêm a cidade numa situação a que chama de «quase abandono», com «consequências que considera evidentes para a saúde pública, para a imagem de Évora e para o bem-estar dos munícipes».
«Os eborenses continuam à espera que as promessas deem lugar a resultados. A limpeza urbana é um serviço público essencial e o município tem a responsabilidade de garantir um nível de resposta compatível com as necessidades da cidade», afirma Henrique Sim-Sim, vereador do PSD na Câmara de Évora.
«Nós, e seguramente os eborenses também, não nos resignamos com o estado lamentável de abandono da nossa cidade. É urgente agir. A paciência dos eborenses tem limites», adianta.











Uma resposta
A situação é mesmo crítica para a imagem da cidade e para o controle das pragas( ratos e baratas)
A CME independentemente do legado herdado tem que tomar seriamente o controle desta situação