O Tribunal Judicial de Ourique determinou prisão preventiva para cinco homens e duas mulheres, entre os 15 arguidos detidos pela GNR na sequência de uma investigação ao tráfico de droga nos concelhos de Aljustrel e Ferreira do Alentejo.
Os restantes oito arguidos ficaram sujeitos a um conjunto de medidas de coação não privativas da liberdade, que incluem a proibição de contactos com os restantes suspeitos e testemunhas identificadas no processo, a proibição de se ausentarem para o estrangeiro com entrega do passaporte e a proibição de adquirir ou usar armas — com obrigação de entrega imediata das que possuam à guarda da GNR ou PSP.
O tribunal decretou também a proibição de permanecer ou frequentar os arruamentos adjacentes a locais de venda de estupefacientes, e a obrigação de apresentações periódicas no posto policial da área de residência. Todos os 15 arguidos foram ainda sujeitos a submissão a tratamento e consultas médicas.
Conforme noticiado pela Alentejo Ilustrado, inicialmente foram detidas 14 pessoas. A que se juntou um outro arguido, após um novo mandado de detenção emitido «no decorrer do desenvolvimento das diligências policiais», segundo fonte da GNR.
A operação, que «durava há cerca de seis meses», segundo a mesma fonte, permitiu «identificar e desmantelar uma rede criminosa dedicada à venda e distribuição de produtos estupefacientes, que operava na região de Aljustrel e Ferreira do Alentejo».
As buscas resultaram na apreensão de 106 doses de cocaína, 10 doses de haxixe, 10 pastilhas de ecstasy, duas armas de fogo, uma arma airsoft, três munições de diferentes calibres, um boxeur, dois punhais, duas facas táticas, seis balanças de precisão, 18 telemóveis, quatro veículos e 2.385 euros em numerário, além de diverso material de acondicionamento de estupefaciente.











Uma resposta
Os maiores traficantes são os que estão dentro da justiça