De acordo com fonte do Ministério Público, o arguido, de nacionalidade portuguesa, foi detido fora de flagrante delito e presente a primeiro interrogatório judicial.
Além dos crimes de roubo e furto, simples e qualificados, e de violência doméstica, está indiciado por ameaças agravadas, dano, resistência e coação sobre funcionário, ofensas à integridade física, abuso de cartão, introdução em lugar vedado ao público e injúrias agravadas.
Segundo o MP, os crimes tiveram como alvos «viaturas automóveis, residências particulares, estabelecimentos comerciais e pessoas concretas, incluindo a vítima com quem o arguido mantinha uma relação de namoro».
A mesma fonte refere que existem «fortes indícios de que o arguido fazia daquela prática o seu modo de vida, porquanto não tinha emprego nem quaisquer outros meios de subsistência».
O jovem tem antecedentes criminais relacionados, «além de outros, com a prática de crimes contra as pessoas e património», e cumpre atualmente uma pena de prisão suspensa na sua execução, sujeita a regime de prova.
Perante os «perigos de continuação da atividade criminosa e de alarme social», o MP pediu a aplicação da prisão preventiva, medida que o juiz de instrução acolheu.
A investigação prossegue sob a direção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Reguengos de Monsaraz, com a coadjuvação da Guarda Nacional Republicana (GNR).
Fotografia: Imagem meramente ilustrativa. © Nuno Veiga/Lusa/Arquivo











Uma resposta
Os meus sentimentos as autoridades terem enfim metido na prisão esse bandido mais que perigoso
Essa criatura precisa com urgência ficar na prisão uns longos anos.
Infelizmente eu faço parte das pessoas que foram agredidas por ele, ainda hoje estou traumatizada.
Elogio os Senhores Guardas de Reguengos a quem esse ladrão deu tanto trabalho.
Obrigada a eles por me terem dado apoio.