Fonte do Tribunal da Relação de Évora indicou que o suspeito foi presente àquele tribunal para ser submetido a interrogatório e não consentiu ser extraditado. Assim, irá permanecer detido, “a aguardar a formalização do processo de extradição”.
Conforme noticiado pela Alentejo Ilustrado, o homem foi detido em Évora pela Polícia Judiciária, na sequência de um mandado emitido pelas autoridades judiciárias do Brasil pela prática do crime de burla.
Os factos ocorreram em 2022, numa cidade do estado de Minas Gerais. “Na altura, o suspeito, apresentando-se como proprietário de uma empresa de eventos, celebrou contratos para a prestação de serviços relacionados com a realização de um casamento, recebendo o pagamento pelo serviço e contratação de mão-de-obra para o evento”, explicou fonte policial.
Segundo a PJ, “perto da data marcada, descobriu-se que os serviços não tinham sido realmente contratados” e, apesar de ter prometido “a devolução do dinheiro”, o arguido “bloqueou todos os contactos da vítima e desapareceu”.
No decurso da investigação, adiantou a mesma fonte, “veio a descobrir-se a existência de outras vítimas”, alvo do mesmo modus operandi.












