A empreitada, refere a Resialentejo, «contempla a criação de três novas instalações dedicadas ao processamento e valorização dos biorresíduos provenientes da recolha seletiva».
Trata-se de uma unidade de compostagem, «destinada ao processo de compostagem e maturação dos biorresíduos», de uma unidade de crivagem, «afeta à separação mecânica dos materiais após compostagem», e de uma unidade de afinação de composto, «que permitirá a obtenção de um produto final com melhores características para valorização».
De acordo com a mesma fonte, «a intervenção inclui ainda a execução dos respetivos pavimentos e infraestruturas de apoio, três plataformas exteriores, bem como a construção de um novo acesso viário, arruamentos internos e ligações entre as diferentes unidades da central».
A empresa explica que a nova infraestrutura «permitirá criar uma capacidade especificamente dedicada aos biorresíduos recolhidos seletivamente, separando o seu tratamento do fluxo de resíduos indiferenciados atualmente processado na Central de Tratamento Mecânico e Biológico, aumentando a eficiência das operações e a qualidade do composto produzido».
A Resialentejo acrescenta que a futura central «constitui um investimento estratégico», reforçando «a capacidade de tratamento e valorização dos biorresíduos, promovendo a recuperação de recursos, a produção de composto de maior qualidade e a redução progressiva da deposição de resíduos em aterro».
A empreitada integra a operação «Reforço da Capacidade de Processamento e Valorização de Biorresíduos da Resialentejo», que tem «um investimento global previsto de cerca de 10,6 milhões de euros», e cuja candidatura, segundo a empresa, «será apresentada ao Programa Sustentável 2030».
Fotografia: Alexandre Mestre/Resialentejo










