Segundo a GNR, «no âmbito de uma investigação que decorria há cerca de um mês, os militares da Guarda apuraram que o suspeito exercia, de forma reiterada, violência física, psicológica, económica e sexual sobre a vítima, sua companheira de 47 anos, ao longo dos cerca de 14 anos de relacionamento».
A mesma fonte acrescenta que, «no decurso da investigação, foi ainda possível apurar que o suspeito agrediu a vítima por diversas ocasiões, chegando a asfixiá-la, tendo uma das agressões motivado o seu internamento hospitalar». A GNR refere ainda que «alguns dos episódios de violência ocorreram na presença dos filhos do casal».
No seguimento das diligências policiais, a GNR indica que foi dado cumprimento a «um mandado de detenção fora de flagrante delito, bem como a mandados de busca domiciliária e de revista», culminando na detenção do suspeito e na apreensão de uma pistola calibre 6,35 mm, uma espingarda de caça, sete munições do mesmo calibre e 24 cartuchos.
O detido foi presente ao Tribunal Judicial de Santiago do Cacém para primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicadas medidas de coação de proibição de contactos com a vítima, por qualquer forma ou meio, proibição de se aproximar da vítima num raio de 500 metros — fiscalizada por meios técnicos de controlo à distância —, proibição de adquirir armas e obrigação de entregar quaisquer armas que ainda possua.











Uma resposta
Apreender armas nestes casos é adequado como medida preventiva como o mais elementar bom senso evidência. A notícia é falsa incompleta ou tendenciosa, escolham, ao ocultar informação sobre a legalidade da sua posse.