O acompanhamento está a cargo da Unidade de Saúde Pública, em articulação com o Agrupamento de Escolas de Estremoz. Em comunicado, a ULS do Alentejo Central explica que o impétigo é «uma infeção bacteriana da pele, geralmente ligeira e de fácil tratamento». Ao todo estarão afetadas mais de duas dezenas de crianças.
«Pode transmitir-se por contacto direto com as lesões», ou seja, com as zonas da pele afetadas, «ou pela partilha de objetos contaminados», explica a mesma fonte. A ULS acrescenta que se trata de uma situação «comum e tratável», que «deve ser avaliada por um profissional de saúde».
O impétigo não é uma doença de notificação obrigatória — ou seja, os casos não têm de ser comunicados às autoridades de saúde.
Como medida preventiva, a Unidade de Saúde Pública recomenda «a lavagem frequente das mãos, a limpeza dos espaços e dos pontos de contacto mais utilizados» — as superfícies em que mais se toca — «e a não partilha de objetos de uso pessoal».
«Caso sejam identificadas alterações ou lesões na pele de uma criança, a família deverá contactar o SNS24 (808 24 24 24) para avaliação e orientação», indica a ULS. Nos casos confirmados, «devem ser cumpridas as indicações médicas relativas ao tratamento e ao período de afastamento da escola», conclui a mesma fonte.
Fotografia: Centro de Saúde de Estremoz. © Gonçalo Figueiredo/Arquivo










