O apoio mais elevado da região, de 45 mil euros, vai para «Livros Espetaculares», da Era Uma Voz – Associação Cultural e Recreativa, na área do teatro, do qual a Alentejo Ilustrado é parceira. Segue-se «A Minha Avó», da Ressurrectos – Associação Cultural, também no teatro, com 35 mil euros.
Na dança, «Morre Nada» — título ainda provisório —, de Josefa Pereira da Silva, recebe 25 mil euros, e «Livro de Milagres», de Mestre André, arrecada 15 mil euros.
Com o mesmo montante são apoiados «esfera pública», de Filipa Madeira, o único projeto de circo aprovado na região, e «No tempo delas», nome igualmente provisório, de Beatriz Isabel Gavetanho Filomeno, no teatro.
Ficaram de fora oito candidaturas apresentadas por entidades e criadores do Alentejo, num total de 14 submetidas pela região. Sete delas não foram apoiadas por esgotamento da dotação financeira disponível, depois de aplicados os critérios do concurso, e outra por não ter atingido a pontuação mínima exigida.
No conjunto do país, a Dgartes financia 84 projetos de criação, sendo 54 de teatro, 26 de dança, três de circo e um de artes de rua. Os apoios chegam a todas as regiões, com 27 projetos na Grande Lisboa, 26 no Norte, 13 no Centro, seis no Oeste e Vale do Tejo, seis no Alentejo, três na Península de Setúbal e um no Algarve, nos Açores e na Madeira.
O concurso tem uma dotação de dois milhões e 90 mil euros e as atividades decorrem até 28 de fevereiro de 2028, maioritariamente em território nacional. Incluem a conceção, execução e apresentação pública de obras e residências artísticas, podendo ainda integrar circulação nacional, programação, internacionalização, formação, mediação, edição e investigação.
Entre os objetivos estratégicos do concurso, a Dgartes aponta «fomentar a coesão territorial e o fortalecimento das comunidades locais, promovendo a inclusão, a criação e a fruição artística em territórios de baixa densidade», a par do desenvolvimento de projetos que integrem a sustentabilidade ambiental e da colaboração entre arte e ciência.










