A empreitada foi aprovada por unanimidade na reunião pública do executivo, pela maioria comunista e pelos vereadores do movimento MAIS, PS e AD. Em declarações à Lusa, o presidente do município, Álvaro Beijinha, disse tratar-se de uma «obra prioritária» que «vai resolver um problema de segurança»: «É uma obra de mobilidade de extrema importância, também de requalificação urbana, que terá passeio, ciclovia» e contempla ainda a «repavimentação das vias».
A área de intervenção abrange o cruzamento da estrada da Floresta com a estrada da Costa do Norte até ao cruzamento da Avenida General Humberto Delgado com a Avenida Dom Pedro I, com o objetivo de «proporcionar uma ligação segura, a pé e de bicicleta, à zona comercial da cidade e ao Pavilhão Multiusos, para todas as pessoas, incluindo as pessoas com mobilidade condicionada». Além dos passeios e ciclovia, o projeto contempla nova arborização, rede de drenagem de águas pluviais, rede de rega, sinalização e enterramento das infraestruturas elétricas e de telecomunicações.
Beijinha ressalvou que «nesta empreitada não está prevista a construção dos passeios na rua das superfícies comerciais», mas que o município está a trabalhar num projeto para replicar a mesma solução nessa zona. A 3.ª fase da empreitada tem um prazo de execução de 18 meses. Aquando do lançamento do concurso público, o município submeteu uma candidatura a cofinanciamento da União Europeia.
Texto: Alentejo Ilustrado c/Lusa
Fotografia: D.R.










