O projeto, que prevê a criação de 20 postos de trabalho diretos, esbarrava nas regras de proteção do solo. «Havia um conflito com a Reserva Agrícola Nacional (RAN) e era preciso resolver esse conflito para que essa empresa se pudesse aqui instalar», explicou o vereador do município de Sousel António Dâmaso, em declarações à Lusa.
«Nós, em articulação com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo conseguimos fazer a alteração (PDM) que está em curso e, se tudo correr bem, estão criadas todas as condições para a empresa aqui se instalar», acrescentou o autarca, que aponta o «início de 2027» para o arranque da obra da nova fábrica.
A discussão pública decorre durante 30 dias, a partir de segunda-feira. Num aviso publicado em Diário da República na quarta-feira, o município determinou a suspensão de procedimentos de informação prévia, de comunicação prévia e de licenciamento durante esse período e até à entrada em vigor do novo PDM.
Os interessados podem consultar a proposta de alteração da planta de ordenamento, a proposta de alteração da planta de condicionantes, a proposta de alteração do regulamento e os restantes documentos resultantes da 1.ª Conferência Procedimental. A consulta pode ser feita na Divisão de Urbanismo, Ambiente, Qualidade e Intervenção, no edifício dos paços do concelho, e na página do município na Internet.










