De acordo com a presidente da Câmara, Fermelinda Carvalho, está “espalhado o caos” numa determinada zona da cidade, nomeadamente entre as Avenidas de Santo António (lateral ao hospital) e da Liberdade e na zona do Rossio, onde se registaram inundações e ficou acumulada “muita lama”.
“Vieram da serra (água, lama e pedras), que arrastaram carros, isto é o caos”, diz a autarca, explicando que, por volta das 08h00, a Proteção Civil e os serviços municipais estavam a desenvolver operações de limpeza e a desobstruir vias na zona do Rossio.
“Nós temos os meios, estão mais meios a chegar para atacar esta situação, estamos a mobilizar tratores de agricultores, máquinas de empresários para limpar tudo rápido”, acrescenta.
Fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo especificou que as zonas mais atingidas da cidade de Portalegre são a Avenida de Santo António e também a entrada principal do hospital: “A ribeira que passa por trás do hospital galgou as margens e essa inundação fez literalmente os carros virem barreira abaixo”.
A água da ribeira arrastou imensos veículos, cujo número a fonte do CDOS não soube para já precisar, assim como “detritos e pedras”, o que afetou a entrada principal do hospital, que “ficou inoperacional”.
Pelo distrito, “há quedas de árvores, inundações em vários concelhos e estradas cortadas”, mas a principal ocorrência é a de Portalegre, acrescentou o comando sub-regional.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Nuno Veiga/Lusa












