Fonte da PJ indicou que a polícia foi chamada ao local para avaliar o cenário do incêndio, que consumiu a parte central do empreendimento turístico propriedade da milionária espanhola Sandra Ortega, herdeira do “império” Inditex, onde se integra a Zara.
Elementos do Departamento de Investigação Criminal da PJ de Setúbal “estiveram no local, a realizar perícias para tentar perceber a origem do incêndio”, afirmou a mesma fonte.
O incêndio ocorreu nas instalações do empreendimento turístico Na Praia, em Tróia, tendo atingido “alguns quartos” situados na parte central do hotel que se encontrava “na fase final de acabamentos”.
“O hotel ficou parcialmente afetado na sequência do incêndio que não causou quaisquer vítimas”, disse José António Uva, promotor português do projeto, revelando que “apenas um edifício ficou parcialmente afetado”, numa extensão de 50 metros.
“O restante empreendimento, como as unidades de alojamento individuais, zonas públicas, o restaurante e a zona de serviços não sofreram quaisquer danos”, acrescentou José António Uva, segundo o qual a abertura oficial do hotel, inicialmente agendada para junho, “será adiada”.
“Após a necessária avaliação junto das autoridades públicas e parceiros, começaremos os trabalhos para o completo restabelecimento da zona afetada de forma a podermos realizar a abertura do hotel o mais breve possível”, afiançou José António Uva.
Segundo fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, o alerta para o incêndio foi dado aos bombeiros às 04h40, sendo que, cerca das 14h30, o fogo já se encontrava dominado.
No local estiveram 90 operacionais de várias corporações de bombeiros do Alentejo Litoral, Península de Setúbal, Alentejo Central e Baixo Alentejo, apoiados por 35 veículos, GNR, Serviço Municipal de Proteção Civil de Grândola e PJ.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: D.R.












