De acordo com José Manuel Santos, a ANA-Aeroportos já autorizou a instalação do posto de turismo no aeroporto de Beja: “Vamos ‘brandizá-lo’ com a nossa marca, Alentejo. Vamos criar também um protocolo com o Instituto Politécnico de Beja, para ter ali uma equipa de hospedeiras que vão receber os visitantes, os passageiros que desembarcarão no Aeroporto de Beja, que lhes vão oferecer uma lembrança da região”.
Ainda segundo José Manuel Santos, o plano inclui pequenas ações de formação em atendimento, destinadas aos profissionais que operam na infraestrutura, desde a Polícia de Segurança Pública à Autoridade Tributária e à Autoridade das Migrações, de forma a promover “um clima e uma atmosfera de acolhimento e de receção a quem chega”.
Na entrevista à TSF, o presidente do Turismo do Alentejo recorda que o Aeroporto de Beja tem capacidade para “receber até 1,5 milhões de passageiros por ano, mas tal só será concretizado à medida que o turismo for crescendo na região”.
Só no ano passado, aquela infraestrutura registou 600 movimentos de aviação executiva, “servindo cada vez mais o turismo residencial, especialmente a zona da Comporta” e três dezenas de charters não regulares.
“É verdade que nem todos os passageiros ficam depois no Alentejo, mas também já existe uma expressão de voos-táxis, ou seja, aviação comercial. Agora, é preciso que quem chega ao território saiba que está no Alentejo”, sublinha.
Outra revelação da entrevista à TSF é já ter sido adjudicada a primeira empreitada para adaptar o Museu do Artesanato, em Évora, a Welcome Center. O concurso, de 1,5 milhões de euros, contou apenas com dois concorrentes e a obra será executada por consórcio liderado pela empresa Vestígios e Lugares.
Trata-se de um projeto financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência que, assegura, ficará pronto “dentro do prazo previsto”, ou seja, a tempo da Capital Europeia da Cultura.
Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: D.R.











