Em comunicado, UÉ explicou tratar-se de uma infraestrutura renovada destinada ao alojamento estudantil, financiada no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES).
O equipamento, «totalmente renovado», é «constituído por 36 quartos», possuindo no total capacidade para 72 camas, além de áreas comuns de estudo, cozinha e lazer, segundo a academia alentejana.
O investimento de cerca de 700 mil euros foi financiado pelo PNAES e por receitas próprias da UÉ, esclareceu igualmente a instituição, que realçou que esta é uma das três obras de requalificação de residências universitárias da UÉ «que estão em curso e em fase de conclusão».
«Este é mais um passo concretizado na requalificação das infraestruturas da Universidade de Évora, alinhado com as políticas públicas de apoio ao acesso e permanência no ensino superior», destacou.
A reitora da universidade alentejana, Hermínia Vasconcelos Vilar, disse que «a obra está a cumprir os prazos» e assegurou que a construção terminará nas próximas semanas, iniciando-se, ainda este mês, a colocação do mobiliário.
«Esta residência estará em pleno funcionamento no início do ano letivo 2026/2027», acrescentou Hermínia Vasconcelos Vilar, garantindo que o mesmo acontecerá com as outras duas residências universitárias em requalificação.
Salientando que a questão do alojamento dos estudantes universitários «é um problema que preocupa muito» a UÉ, Hermínia Vasconcelos Vilar lamentou que a sua equipa, que termina o mandato nos próximos dias, já que o novo reitor da UÉ, António Candeias, toma posse na segunda-feira, não tenha conseguido «aumentar o número de camas dos Serviços de Ação Social», que atualmente totalizam 525 camas.
No entanto, será deixado «à próxima reitoria um projeto, que já está feito, de uma nova residência universitária, com capacidade para 200 camas», referiu a ainda reitora, desejando que se consiga obter financiamento para esta iniciativa num contexto de novas candidaturas.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Nuno Veiga/Lusa










