Vinhos da Ervideira conquistam seis medalhas de ouro no Mundus Vini

A Ervideira arrecadou seis medalhas de ouro no prestigiado Concurso Internacional Mundus Vini, na Alemanha.

A distinção foi atribuída a quatro vinhos da casa: Conde D’Ervideira Reserva Tinto 2023, Conde D’Ervideira Reserva Branco 2024, Vinha D’Ervideira – Vinho da Família Tinto 2023 e Vinha D’Ervideira – Vinho da Família Branco 2024.

Os dois vinhos Conde D’Ervideira Reserva, branco e tinto, receberam ainda a medalha “Best of Show”, reconhecimento reservado às melhores referências em prova. Esta competição é considerada uma das maiores provas cegas do sector a nível mundial, reunindo 120 jurados internacionais que avaliaram um total de 1600 vinhos, dos quais 270 foram distinguidos com ouro.

Para Duarte Leal da Costa, diretor executivo da Ervideira, este resultado resume-se de forma simples: “Quatro cavadelas, seis minhocas”.

“Esta premiação” – acrescenta – “é para nós um motivo de orgulho, pois vemos todo o trabalho de uma equipa ser reconhecido por especialistas de Vinhos Internacionais”.

O responsável sublinha ainda que a Ervideira, “desde sempre”, se tem dedicado ” à produção de vinhos diferenciadores, tendo já uma vasta lista de vinhos premiados nos melhores concursos – distinguindo sucessivamente a nossa empresa. Consideramos que a Ervideira ‘soma e segue’, atendendo as mais recentes conquistas e estas seis medalhas de ouro que acabámos de receber”.

A empresa alentejana foi pioneira em 2009 ao lançar o primeiro branco de uvas tintas em Portugal, com o vinho Invisível, e em 2015 surpreendeu o mercado ao colocar 30 mil garrafas a estagiar nas águas profundas do Alqueva — experiência que já vai na 10.ª edição.

“Apenas em 2025 a Ervideira já arrecadou 10 medalhas de ouro em quatro concursos, com as referências Conde D’Ervideira Reserva Tinto e Reserva Branco, Vinha D’Ervideira Espumante, Branco de Inverno, Vinha D’Ervideira Tinto e Vinha D’Ervideira Branco, a assumirem este protagonismo”, sublinha Duarte Leal da Costa.

O gestor destaca também a solidez alcançada pela empresa familiar, fundada em 1880: “Somos uma adega familiar, fundada pelo Conde D’Ervideira em 1880, e graças ao caminho de diferenciação e inovação – trabalhoso, sinuoso, de elevado investimento e risco, mas que tem as suas compensações – somos hoje uma empresa forte que praticamente não está a sofrer com a crise que o sector dos vinhos enfrenta”.

Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: D.R.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Partilhar artigo:

ASSINE AQUI A SUA REVISTA

Opinião

CARLOS LEITÃO
Crónicas

BRUNO HORTA SOARES
É p'ra hoje ou p'ra amanhã

Caro? O azeite?

PUBLICIDADE

© 2026 Alentejo Ilustrado. Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por WebTech.

Assinar revista

Apoie o jornalismo independente. Assine a Alentejo Ilustrado durante um ano, por 30,00 euros (IVA e portes incluídos)

Pesquisar artigo

Procurar